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Associação de rastreamento comenta aspectos positivos do Cadastro de Motoristas

25/08/2011

Perfil do Motorista Profissional. Se você é um motorista profissional, talvez tenha seu perfil nele. Se você é um dono de transportadora, pode já ter feito consultas. Ferramenta online criada há mais de uma década, traz informações sobre a situação jurídica dos profissionais do volante, servindo como auxílio na hora de contratar novos funcionários. Mas será que ele é confiável?

Cyro Buonavoglia, presidente da Gristec (Associação Brasileira das Empresas de Gerenciamento de Riscos e de Tecnologia de Rastreamento e Monitoramento), acredita que o Cadastro pode melhorar os serviços de transporte no Brasil.

O Cadastro, ou Perfil do Motorista Profissional, analisa o perfil do caminhoneiro e seu histórico profissional. Criado há 15 anos por seguradoras e transportadoras, o sistema é online, tem abrangência nacional, e cada gerenciadora de risco tem o seu. Entre dados pessoais, o conteúdo traz informações disponíveis do candidato na Justiça (se a pessoa tem problemas judiciais na área patrimonial, por exemplo). A cada seis meses, o cadastro é atualizado.

Quem possui problemas de condenações envolvendo casos contra o patrimônio, não é recomendado para transportar mercadorias de alto valor agregado. “O perfil é positivo para quem é idôneo, experiente e disciplinado, pois facilita para ele conseguir cargas melhores e mais bem remuneradas para transportar. E de forma alguma o Perfil do Profissional restringe o direito do profissional de trabalhar; Somente faz a adequação do motorista ao serviço que será prestado”, diz Buonavoglia.

Sobre o fato do Ministério Público do Trabalho (MPT) já ter proposto Ações Civis Públicas para investigar irregularidades do uso do Cadastro, Cyro acredita que é preciso desfazer um mal entendido: “Existe um equívoco de interpretação do MPT, no sentido de entender que em algum momento as gerenciadoras de riscos impedem aos motoristas de executar o seu trabalho. Nenhuma gerenciadora de riscos impede o motorista de exercer a sua função, ela apenas limita o risco de cada viagem de acordo com as qualificações dele”, diz o presidente da Gristec.

Fonte: Brasil Caminhoneiro

 
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